Branquinho e o tio
Olá... meu nome é Branquinho. E já contei uma das minhas primeiras experiências
sexuais no relato “Branquinho e o pedreiro”. Hoje vou contar uma experiência
que me deixava com um pouco de medo, pois foi familiar e alguns parentes podiam
reconhecer a situação e, bem, vocês vão logo entender... Um irmão da minha mãe
veio do interior para servir o exército no Rio de Janeiro. Ele ficou a morar na
casinha do fundo de nosso terreno. Nessa época a minha mãe voltou a trabalhar
fora, pois tinha parado quando eu era pequeno, e eu ficava a tarde toda
sozinho... Naquele tempo, há uns 30 anos atrás, havia menos violência, e muitas
vezes os garotos da rua iam até à minha casa para ganhar uma mamadinha ou me
enrrabarem... O meu tio era calado e mal-encarado, assim os meninos, e eu,
tínhamos medo dele e ninguém aparecia quando ele estava em casa... Um garoto
foi à minha casa e eu estava num canto do quintal a chupar o pau dele, já com os
calções arriado até os joelhos... Achando que o meu tio estava no quartel... De
repente, o menino tirou a pissa da minha boca e saiu a correr em direcção ao
portão... Não entendi, mas quando me virei e vi meu o meu tio com cara de sono
e de poucos amigos... Levantei os calções e fiz que ia pra casa, mas o meu tio chamou-me
pelo diminutivo do nome do meu pai (se meu pai se chamasse Fernando seria “Fernandinho”),
disse: Bem que desconfiava... Paneleiro igual ao pai, era mentira, claro, pois ele
não gostava do meu pai. Ainda assustado, percebi que o meu tio estava com a
pissa dura.... Ele estava só de calções, era um homem muito forte e muito
peludo... Nesse momento o meu tio, já esfregando o cacete sobre os calções,
disse: acordaste-me com esta paneleiragem, e agora vais-me ajudar a adormecer...
Eu não entendi o que ele quis dizer. O meu tio pegou-me pelo braço e levou-me
para dentro da casinha, atirando-me para a cama... Ele tirou os calções e
deitou-se e, pegando um bonito caralho rosado e cabeçudo, não muito comprido,
mas muito grosso, ordenou, chamando-me pelo diminutivo do meu pai. Vem ca faz o
tio se esporrar para adormecer... Nesse instante entendi tudo... Fiquei de
quatro na cama e pus o cacete na boca chupando com carinho... Acho que ele
estava muito excitado com aquela situação, pois não demorou muito esporrou-se
na minha boca... Já tinha sentido o primeiro jacto de esperma, e o meu tio disse,
rispidamente: - se sujar os meus lençóis de esperma te encho-te de porrada...
Entendendo o recado, e como estava acostumado, engoli todo o leite e deixei a
pissa limpinha... O meu tio parecia ter-se arrependido, logo depois de se
esporrar, empurrou-me da cama e disse com raiva: - vai paneleiro, deixa-me
dormir...
O garoto que eu estava a chupar no quintal tinha vindo comigo pelo caminho
de volta da escola... Mais ou menos uma hora depois, um pouco mais tarde que de
hábito, o meu tio levantou-se e foi procurar o almoço. Eu comecei a aquecer a
comida, que aminha mãe deixava pronta na véspera, e almoçamos juntos, o meu tio
mal olhava para mim... Depois de comer voltou para a cama, pois havia feito
plantão à noite. Acho que se tinha arrependido do que havia feito, afinal, eu
era filho de sua irmã... Eu também estava confuso, com medo que ele contasse à
minha mãe, mas louquinho para pegar naquela pissa de novo... Naquele dia nenhum
garoto passou pela minha casa, e eu não fui brincar na rua ou no campo de futebol
próximo de casa, onde costumava ser abordado pelos fregueses habituais do meu
rabo... Fiquei a pensar no meu tio e, tomei coragem e fui até o quarto dele...
O meu tio roncava na cama dele, coberto por um lençol que não escondia o facto
de ele estar nu... Tremendo de medo e tesão, tirei a roupa e deitei-me na beira
da cama... Fui me chegando para perto e encaixei o meu rabo no corpo dele, de
modo a encostar a pissa ainda mole no meu rego... Eu já havia lubrificado o meu
cuzinho com manteiga (usava manteiga, óleo mineral, um monte de coisas que
tinha em casa... vivia com o rabo lubrificado). Senti o caralho quente crescer
no meu rabo e fiquei quietinho... Não sei quando mas o meu tio acordou, mas logo
se começou a roçar no meu rego e no meu cuzinho, quando senti a mão dele
encaixando a cabeça da pissa no meu olho do cú e, com a outra mão segurando o
meu ombro, empurrando a pissa pra dentro... Ele meteu de uma só vez, e senti logo
os seus pentelhos arranhando as minhas nádegas... Sem dizer uma palavra, ele
começou a bombar lentamente... A dor inicial foi passando, e senti a sensação
deliciosa da pissa quente e macia deslizando no meu rabo... Era a primeira vez
que eu dava o cu daquela maneira, deitado, confortável... O meu tio comeu-me
lentamente por uns 15 minutos, com intervalos em que ficava dentro de mim...
acho que não se queria esporrar logo, no final, acelerou as bombadas e meteu
com força... até me encher de leite, virou-se pro lado e adormeceu, ou fingiu
que dormia.
Ainda faltavam uns três meses para terminar o serviço militar do meu tio, e
nos dias em que ele ficava em casa, eu sempre tentava entrar na casinha...
Muitas vezes ele fechava a porta, acho que arrependido, mas também muitas
outras vezes a porta estava aberta... Então eu entrava e chupava, e ficava na posição
para ele me fuder. Ele comia-me também de bruços... era maravilhoso sentir o
seu peso e o seu peito peludo nas minhas costas... Sempre sem dizer uma
palavra, meio fingindo que estava a dormir... Continuei a dar para os meninos
da rua e da escola e para alguns outros adultos, mas foder com o meu tio, numa
cama quentinha, de bruços ou de “ladinho” era especial...
O resto do tempo ele mal olhava para mim, acho que por culpa ou desprezo
pelo sobrinho paneleiro... Senti muito a falta dele quando voltou para o
interior.
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