terça-feira, 1 de janeiro de 2013



Branquinho e o tio

Olá... meu nome é Branquinho. E já contei uma das minhas primeiras experiências sexuais no relato “Branquinho e o pedreiro”. Hoje vou contar uma experiência que me deixava com um pouco de medo, pois foi familiar e alguns parentes podiam reconhecer a situação e, bem, vocês vão logo entender... Um irmão da minha mãe veio do interior para servir o exército no Rio de Janeiro. Ele ficou a morar na casinha do fundo de nosso terreno. Nessa época a minha mãe voltou a trabalhar fora, pois tinha parado quando eu era pequeno, e eu ficava a tarde toda sozinho... Naquele tempo, há uns 30 anos atrás, havia menos violência, e muitas vezes os garotos da rua iam até à minha casa para ganhar uma mamadinha ou me enrrabarem... O meu tio era calado e mal-encarado, assim os meninos, e eu, tínhamos medo dele e ninguém aparecia quando ele estava em casa... Um garoto foi à minha casa e eu estava num canto do quintal a chupar o pau dele, já com os calções arriado até os joelhos... Achando que o meu tio estava no quartel... De repente, o menino tirou a pissa da minha boca e saiu a correr em direcção ao portão... Não entendi, mas quando me virei e vi meu o meu tio com cara de sono e de poucos amigos... Levantei os calções e fiz que ia pra casa, mas o meu tio chamou-me pelo diminutivo do nome do meu pai (se meu pai se chamasse Fernando seria “Fernandinho”), disse: Bem que desconfiava... Paneleiro igual ao pai, era mentira, claro, pois ele não gostava do meu pai. Ainda assustado, percebi que o meu tio estava com a pissa dura.... Ele estava só de calções, era um homem muito forte e muito peludo... Nesse momento o meu tio, já esfregando o cacete sobre os calções, disse: acordaste-me com esta paneleiragem, e agora vais-me ajudar a adormecer... Eu não entendi o que ele quis dizer. O meu tio pegou-me pelo braço e levou-me para dentro da casinha, atirando-me para a cama... Ele tirou os calções e deitou-se e, pegando um bonito caralho rosado e cabeçudo, não muito comprido, mas muito grosso, ordenou, chamando-me pelo diminutivo do meu pai. Vem ca faz o tio se esporrar para adormecer... Nesse instante entendi tudo... Fiquei de quatro na cama e pus o cacete na boca chupando com carinho... Acho que ele estava muito excitado com aquela situação, pois não demorou muito esporrou-se na minha boca... Já tinha sentido o primeiro jacto de esperma, e o meu tio disse, rispidamente: - se sujar os meus lençóis de esperma te encho-te de porrada... Entendendo o recado, e como estava acostumado, engoli todo o leite e deixei a pissa limpinha... O meu tio parecia ter-se arrependido, logo depois de se esporrar, empurrou-me da cama e disse com raiva: - vai paneleiro, deixa-me dormir...
O garoto que eu estava a chupar no quintal tinha vindo comigo pelo caminho de volta da escola... Mais ou menos uma hora depois, um pouco mais tarde que de hábito, o meu tio levantou-se e foi procurar o almoço. Eu comecei a aquecer a comida, que aminha mãe deixava pronta na véspera, e almoçamos juntos, o meu tio mal olhava para mim... Depois de comer voltou para a cama, pois havia feito plantão à noite. Acho que se tinha arrependido do que havia feito, afinal, eu era filho de sua irmã... Eu também estava confuso, com medo que ele contasse à minha mãe, mas louquinho para pegar naquela pissa de novo... Naquele dia nenhum garoto passou pela minha casa, e eu não fui brincar na rua ou no campo de futebol próximo de casa, onde costumava ser abordado pelos fregueses habituais do meu rabo... Fiquei a pensar no meu tio e, tomei coragem e fui até o quarto dele... O meu tio roncava na cama dele, coberto por um lençol que não escondia o facto de ele estar nu... Tremendo de medo e tesão, tirei a roupa e deitei-me na beira da cama... Fui me chegando para perto e encaixei o meu rabo no corpo dele, de modo a encostar a pissa ainda mole no meu rego... Eu já havia lubrificado o meu cuzinho com manteiga (usava manteiga, óleo mineral, um monte de coisas que tinha em casa... vivia com o rabo lubrificado). Senti o caralho quente crescer no meu rabo e fiquei quietinho... Não sei quando mas o meu tio acordou, mas logo se começou a roçar no meu rego e no meu cuzinho, quando senti a mão dele encaixando a cabeça da pissa no meu olho do cú e, com a outra mão segurando o meu ombro, empurrando a pissa pra dentro... Ele meteu de uma só vez, e senti logo os seus pentelhos arranhando as minhas nádegas... Sem dizer uma palavra, ele começou a bombar lentamente... A dor inicial foi passando, e senti a sensação deliciosa da pissa quente e macia deslizando no meu rabo... Era a primeira vez que eu dava o cu daquela maneira, deitado, confortável... O meu tio comeu-me lentamente por uns 15 minutos, com intervalos em que ficava dentro de mim... acho que não se queria esporrar logo, no final, acelerou as bombadas e meteu com força... até me encher de leite, virou-se pro lado e adormeceu, ou fingiu que dormia.
Ainda faltavam uns três meses para terminar o serviço militar do meu tio, e nos dias em que ele ficava em casa, eu sempre tentava entrar na casinha... Muitas vezes ele fechava a porta, acho que arrependido, mas também muitas outras vezes a porta estava aberta... Então eu entrava e chupava, e ficava na posição para ele me fuder. Ele comia-me também de bruços... era maravilhoso sentir o seu peso e o seu peito peludo nas minhas costas... Sempre sem dizer uma palavra, meio fingindo que estava a dormir... Continuei a dar para os meninos da rua e da escola e para alguns outros adultos, mas foder com o meu tio, numa cama quentinha, de bruços ou de “ladinho” era especial...
O resto do tempo ele mal olhava para mim, acho que por culpa ou desprezo pelo sobrinho paneleiro... Senti muito a falta dele quando voltou para o interior.

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